"Cristão é meu nome e Católico é meu sobrenome. Um me designa, enquanto o outro me especifica.
Um me distingue, o outro me designa.
É por este sobrenome que nosso povo é distinguido dos que são chamados heréticos".
São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, ano 375 D.C.
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segunda-feira, 7 de junho de 2021

UM LIVRO QUE TODO CATÓLICO DEVERIA LER


Caros amigos, boa tarde!


Neste pequeno artigo, apresentarei - ainda que brevemente - um livro que em minha humilde opinião (e  não apenas a minha) é capaz de mudar a maneira indiferente como muitos de  nós tratamos as coisa santas: a Eucaristia, a Santa Missa, o Batismo e demais Sacramentos. Trata-se do livro


"O preço a pagar por me tornar cristão".


O referido livro foi escrito pelo Iraquiano Joseph Fadelle (Youssef Fadelle), nascido Muhammed Al-Mussauwi, e conta sua história de conversão do Islamismo Xiita à Fé Católica, assim como todas as consequências advindas dessa decisão.

Nascido numa das mais influentes famílias xiitas do Iraque, o então Muhammed acaba travando amizade com um cristão que lhe  faz perder a grande aversão que tinha ao cristianismo. Após este contato (e alguns outros acontecimentos que o fazem descobrir a Fé Cristã), Muhammed sente-se cada vez mais atraído por Nosso Senhor Jesus Cristo, até chegar à decisão de abraçar de vez essa fé que se lhe mostrou verdadeira. No entanto, após tomar tal decisão, tem de vivê-la às escondidas. Finalmente descoberto, inicia-se então uma longa e emocionante história de sofrimentos e perseguições, mas ao mesmo tempo, de verdadeiro testemunho de amor à Nosso Senhor Jesus Cristo, à sua Igreja e aos   Sacramentos.


Em minha opinião, este livro deveria ser LEITURA OBRIGATÓRIA, sobretudo para nós católicos ocidentais, tão acostumados com as facilidades que temos em relação aos Sacramentos e à possibilidade de vivermos nossa Fé. Enquanto temos Igrejas ao lado de nossas casas, Missas celebradas diariamente, os Sacramentos à nossa disposição (e a todo momento) e não valorizamos, nossos irmãos de Fé (como é o caso de Joseph Fadelle e tantos outros) enfrentam perseguição e risco  de morte para poder ter acesso a estes tesouros.


Por isso, repito: eis um livro que todo católico deveria ler!


Caso você queira saber mais sobre esse livro, assista ao vídeo a seguir, CLICANDO  AQUI (ou na imagem a seguir). Caso queira adquiri-lo, acesse nossa livraria virtual e adquira. Você compra em preço promocional e ainda ajuda nossas iniciativas de Evangelização!


Que viva Cristo Rey!


CLIQUE NA IMAGEM PARA ASSISTIR O VÍDEO


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Nas Cruzadas a "Igreja matou" tanto quanto o Islã?

Caro leitor, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Diante dos recentes atentados, cada vez mais frequentes, perpetrados por radicais islâmicos contra o Ocidente (outrora) cristão, o mínimo que podemos fazer é não mostrar indiferença. Não! São nossos irmãos que estão a verter sangue por depositar sua fé em Nosso Senhor, Salvador e Redentor Jesus Cristo. Para ser mais preciso, deve-se lembrar que mártires assim o fazem há milênios, embora - e isso nos deveria causar extrema vergonha - normalmente não demonstrássemos forte indignação ou sequer nos déssemos conta uma vez que tais martírios ocorressem no Oriente, "longe" de nossas vidas confortáveis. A verdade é que apenas agora começamos a "despertar" de nosso terrível sono devido ao martírio pela Fé em Cristo ter chegado à nossa porta (conforme o martírio do Padre Jacques Hamel ocorrido na França semana passada).

Infelizmente tudo leva a crer que devemos nos preparar pois notícias como essa deverão se tornar cada vez mais comuns. E a raiz de tal mal, ainda que muitos queiram dizer o contrário, está no Islã (ou na interpretação que fazem dele). Ao apontar tal problema, muitos nos questionam dizendo que "a Igreja teria matado" tantas ou mais pessoas que o Islã no decorrer de seus dois milênios e que o exemplo maior seria o das cruzadas. Para refutar tal afirmação, por ora apenas mostraremos a falsidade deste "argumento" através do vídeo abaixo.

Que viva Cristo Rey!


Comparação entre Cruzadas e Jihad


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

VÍDEO: OS SINOS DA IGREJA DE MOSSUL TOCARÃO NOVAMENTE

Emocionante vídeo que retrata os cristãos iraquianos que almejam a retomada de Mossul, cidade histórica ao norte do Iraque que se encontra sob poder do Estado Islâmico:



Os sinos da Igreja de Mossul tocarão novamente....

domingo, 22 de fevereiro de 2015

O heroismo dos mártires cristãos e as misérias dos mornos ocidentais

Caros leitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
 
Após o martírio dos 21 coptas pelas mãos do ISIS, o "Estado Islâmico", reproduzimos abaixo o texto de Antônio Socci que faz uma grave análise entre o heroísmo destes nossos irmãos e a vergonhosa atuação da Igreja devido à crise em que se encontra atualmente. Embora sejam duras as palavras empregadas no artigo, elas ilustram fielmente a  situação atual e podem ser aplicadas não apenas aos membros do clero atual, mas também à nós simples cristãos ocidentais, mornos e acomodados.


 

O heroísmo dos mártires cristãos e as misérias do Vaticano.


Que o Papa faça evacuar os 300 cristãos de Trípoli, juntamente com seu bispo, para salvá-los do massacre

Por Antonio Socci (18.02.2015) | Tradução: Fratres in Unum.com É preciso olhar de frente aqueles 21 jovens cristãos que, na Líbia, sofreram o martírio por não renegarem Cristo, e que antes de serem degolados pelo ISIS – segundo a leitura labial que foi feita – clamaram continuamente o nome de Jesus. Como os antigos mártires.
 
O NOME DE JESUS
 
O bispo deles disse:“Aquele nome sussurrado no último instante foi como que o selo do seu martírio”. Os cristãos coptas são gente forte, temperada por quatorze séculos de perseguição islâmica. São herdeiros daquele Santo Atanásio de Alexandria que salvou a verdadeira fé católica da heresia ariana, na qual tinha caído a maior parte dos bispos. São cristãos rijos, não uns invertebrados, como nós, católicos tíbios do Ocidente.
 
Eis aqui a verdadeira força: não aquela de quem odeia e mata os inermes (também as crianças), e crucifica quem tem uma fé diferente, e violenta as mulheres, desfraldando a bandeira negra e escondendo o próprio rosto.
 
A verdadeira força é a dos inermes que aceitam até o martírio para não renegarem a própria dignidade, isto é, a sua fé, para testemunharem a maravilha do “Belo Amor”, como diz uma antiga definição do Filho de Deus.
 
Um grande testemunho. Estes são os verdadeiros mártires: os cristãos. Não aqueles que massacram os inocentes inertes.
 
E esta é a glória dos cristãos: seguir um Deus que salvou o mundo fazendo-se matar e não matando os outros, como fazem todos os déspotas, agitadores e ideólogos (ou revolucionários) deste mundo, que são aclamados nos livros de história.
 
A LIÇÃO
 
Uma grande lição para um Ocidente embriagado do “politicamente correto”, que, como o desastroso Obama, se auto-impôs nem sequer pronunciar a palavra“islã” e “muçulmanos” quando fala dos massacres destes meses, desde o Norte do Iraque até Paris e Líbia. Um Ocidente nihilista, que se envergonha de suas raízes cristãs e não perde nenhuma ocasião para as cobrir de desprezo.
 
É uma dolorosa lição, enfim, sobretudo para a Igreja. Para uma Igreja que não testemunha mais o fogo ardente da fé.
 
Para a Igreja de Bergoglio que, enquanto existem homens e mulheres que dão a vida por Cristo, define como “uma solene besteira” o anúncio cristão e o proselitismo; para aquela Igreja de Bergoglio que, enquanto os cristãos são perseguidos e massacrados em todo o mundo muçulmano, faz um ato de adoração numa Mesquita, que vai atrás da ideologia obamiana dominante, evitando cuidadosamente pronunciar a palavra “Islã”, a não ser para louvá-lo (a propósito, o seu porta-voz em Buenos Aires atacou Bento XVI por causa de seu discurso em Ratisbona, sobre o Islã).
 
E sobretudo para aquele Papa Bergoglio que diz que a grande emergência atual da Igreja não é a fé, mas o meio-ambiente, e, depois, a acolhida aos novos tipos de casal e a comunhão para os divorciados recasados. Parece com o filme de Benigni, onde se dizia que o verdadeiro, o grande problema de Palermo é… “o trânsito!”.
 
É tanto assim que logo mais teremos a encíclica bergogliana sobre a ecologia e sobre as vantagens da coleta seletiva de lixo, ao invés de termos um grito de amor a Deus, neste mundo sem fé e sem esperança. Teremos um apelo contra a erosão, ao invés da denúncia do ódio anticristão em todo o planeta (pelo resto, já sabemos que em sua missa de entronização falou sobre o meio-ambiente, assim como no discurso à Expo, ao invés de falar de Cristo).
 
É o Papa Bergoglio que recebe e comove os centros sociais, tipo Leoncavallo, mas não os cristãos que heroica e pacificamente lutam para testemunhar a salvação, sofrendo o desprezo e as acusações do mundo.
 
É Bergoglio que escolhe os novos cardeais baseado em sua própria ideologia pessoal (deixando ver que, se quiser, pode inclusive decidir nomear o bispo de Ancona para o cardinalato), ao invés de conceder a púrpura, sinal do martírio, àqueles bispos que, justo nestes dias, concreta e heroicamente, vivem com as suas comunidades ameaçadas e, verdadeiramente, arriscam a sua vida com elas.
 
SALVAR AQUELES CRISTÃOS
 
Este é o caso do bispo de Tripoli, D. Martinelli, o mesmo bispo que, em 2011, quase sozinho (apenas com o apoio de Bento XVI), gritava todos os dias contra a guerra [liderada pela OTAN, no contexto do que se chamou de “Primavera Árabe”, que culminou com a queda de Muammar al-Gaddafi], explicando que aquilo abriria a“Caixa de Pandora”, exatamente como aconteceu depois.
 
Uma tragédia que devemos agradecer aos “Prêmios Nobel da Paz”, Obama e Sarkozy.
 
Hoje, na Itália e no exterior, aqueles que aclamaram a guerra se fazem de desentendidos. Enquanto nestes dias a Líbia corre o risco de se tornar uma base do Isis, o Bispo Martinelli decidiu permanecer ali, expondo-se à morte:
 
“Vi tantas cabeças cortadas – conta – e pensei que eu também poderia acabar assim. E se Deus quiser que meu fim seja ter a cabeça cortada, assim será […]. Poder dar testemunho é uma coisa preciosa. Eu agradeço ao Senhor que me permite fazê-lo, também com o martírio. Não sei até onde vai dar este caminho. Se me levar à morte, isso quer dizer que Deus quis assim… E eu não saio daqui. Eu não tenho medo”.
 
Ele não quer abandonar a sua pequena comunidade, constituída por cerca de trezentos trabalhadores filipinos, que estão compreensivelmente aterrorizados. O bispo é o único italiano que ficou em Trípoli, com alguns religiosos e religiosas não italianos.
 
Até ontem, não recebeu nenhuma ligação do Papa Bergoglio, habitualmente muito pródigo com os telefonemas (ligou até para Pannella [jornalista italiano de extrema-esquerda], além de ligar diversas vezes ao seu amigo Scalfari). Talvez, graças à pressão midiática, vai lhe telefonar uma hora destas…
 
Todavia, mais que de palavras, precisamos de fatos.
 
Eu queria propor uma coisa ao Papa. O Vaticano, também com a ajuda do governo italiano, poderia pedir um auxílio humanitário, uma operação relâmpago de socorro aos cristãos que ficaram lá, com o seu bispo. São apenas trezentos e arriscam a sua vida pela fé. O Vaticano poderia hospedá-los e, depois, eles decidiriam se é o caso de voltar às Filipinas.
 
A coisa é possível. Por que não fazê-la? Esta é a minha oração ao Papa Bergoglio: que salve do massacre toda uma comunidade cristã e o seu pastor.
 
Esta seria, realmente, uma coisa digna da Santa Sé. Não esse clima de caça às bruxas e de apuração, que desde alguns dias circula no establishment Vaticano, contra aqueles “grandes cardeais” (Ratzinger) que, fiéis à Igreja, ousaram se opor a Kasper no Sínodo de outubro.
 
Seria absurdo que o Vaticano se dedicasse às purgas, enquanto os cristãos são martirizados no mundo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

MÁRTIRES DE CRISTO: 21 Cristãos coptas decapitados pelo Estado Islâmico (Isis) - VÍDEO

Mártires Coptas momentos antes da execução
 
Caros leitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
 
Nos últimos dias diversos sites e telejornais mundo afora noticiaram a bárbara decapitação de 21 cristãos coptas promovida pelo ISIS, o "Estado Islâmico". Sobre este famigerado grupo muito já se sabe, tendo, inclusive nós, noticiado suas barbaridades em prol da implantação de um mundo sob a bandeira do Islã. No entanto, pretendemos - ainda que de forma breve e resumida - apresentar aos leitores quem são os coptas, parcela do rebanho de Cristo da qual os 21 mártires faziam parte.
 
OS COPTAS: QUEM SÂO?
São Marcos Evangelista em Alexandria: surge a Igreja Copta do Egito
 
O termo COPTA significa literalmente "cristão egípcio". A princípio, o termo era utilizado no árabe clássico para designar aos egípcios, porém com o tempo, passou a designar apenas aos egípcios cristãos, uma vez que a maior parte dos egípcios foram convertidos ao Islã (que acabou de certa forma absorvendo sua cultura, língua e mesmo etnia egípcia transformando-os simplesmente em "árabes"). Os coptas, portanto, são os descendentes dos antigos egípcios, que se converteram ao cristianismo no século I, segundo a Tradição, graças ao Evangelista São Marcos.

Do século VII em diante, os muçulmanos conquistaram o Norte da África, impondo assim ao Egito o idioma árabe e a religião islâmica. Ainda assim, uma minoria dos egípcios se manteve cristã e preservou também o idioma copta, derivado da antiga língua egípcia. Atualmente, o idioma copta é usado apenas em Missas e demais celebrações litúrgicas.
 
Papa João Paulo II e o Patriarca Copta Shenouda III
  
Até o ano 451 a Igreja do Egito (Copta) fazia parte da Igreja Universal, isto é, da Igreja Católica, compartilhando da mesma Fé, ainda que com divergências que suscitaram o Concílio de Calcedônia. Por ter sido fundada pelo Evangelista São Marcos, a Igreja Copta do Egito formava um dos 5 grandes patriarcados da Igreja Católica: O Patriarcado de Alexandria (os outros 4 são os Patriarcados de Jerusalém, Antioquia, Constantinopla e Roma). Em 451 o Concílio de Calcedônia pôs fim às divergências definindo que Nosso Senhor Jesus Cristo possui 2 naturezas (humana e divina) em uma única pessoa. A Igreja Copta não aceitou tal definição (professavam que Cristo possuía uma única natureza - a divina - doutrina conhecida como monofisismo) e assim acabaram se separando dos demais patriarcados, ou seja, da Igreja Católica.
 
Sua Beatitude Tawadros II, atual Patriarca da
Igreja Copta de Alexandria
Embora com o cisma de 451, a Igreja Copta se manteve fiel à Tradição Apostólica (ainda que com o erro do monofisismo), lançando bases inclusive à Igreja da Etiópia (Igreja Copta Etíope). Sua sucessão apostólica foi preservada até nossos dias, onde a Igreja é governada pelo Patriarca Papa Tawadros II (os patriarcas coptas também possuem o título de Papa). Em 1973 o Patriarca Shenouda III, em nome dos monofisitas do Egito, emitiu juntamente com o Papa Paulo VI uma Declaração de Fé cristológica professando a doutrina do Concílio de Calcedônia.
Na prática os coptas (povo) já em praticamente nada se diferenciavam dos cristãos não monofisitas, uma vez que pouco entendem dessas diferenciações teológicas: simplesmente adoram a Nosso Senhor Jesus Cristo como Senhor e Salvador, o Filho de Deus, segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Com essa declaração de Fé por parte da Igreja Copta, essa diferença foi oficialmente suprimida. 
 
Em 1741, um grupo de coptas (clero e povo) separou-se da Igreja Copta por entender que não poderiam estar separados da Igreja de Roma e do sucessor de Pedro, chefe da Igreja Universal. Para isso, pediram comunhão com Igreja Católica Romana e assim surgiu a Igreja Católica Copta, cuja sede fica no Cairo. Os católicos coptas mantiveram as tradições e ritos litúrgicos coptas, porém reconheceram tanto a doutrina católica (do Concílio de Calcedônia) quanto a autoridade e a primazia do Papa de Roma, estando, assim, oficialmente unidos à Santa Sé. Assim foi criado o Patriarcado Copta Católico de Alexandria, cujo chefe atual, em comunhão e obediência ao papa, é o Patriarca Sua Beatitude Ibrahim Isaac Sidrak.

Sua Beatitude o Patriarca Copta Católico Ibrahim Isaac Sidrak
 
Os coptas formam atualmente entre 10% e 15% da população egípcia (composta de 80 milhões de pessoas). Destes cristãos, quase 90% pertencem à Igreja Copta (monofisita), 8% à Igreja Copta Católica e os demais (2%) às Igrejas coptas protestantes. São muito discriminados: quando não são  perseguidos (literalmente), são tratados como cidadãos de segunda classe, motivo que diminui aceleradamente o seu número. Existem altas taxas de migração, além de conversões ao islã por diversos motivos (por segurança, para se ter mais oportunidades de emprego, para se casar com muçulmanas (pois o corão proíbe o casamento com judeus ou cristãos), enfim, por conveniência.

Desde a queda do ditador egípcio Hosni Mubarak, em 2011, a situação da comunidade cristã copta piorou drasticamente. Nos últimos quatro anos, os coptas passaram a sofrer uma forte perseguição por parte de facções islamitas. Nós mesmos já noticiamos isso em nosso blog AQUI.

Pois bem, agora que conhecemos quem são os Coptas, podemos falar sobre a última repugnante ação do chamado Estado Islâmico. Entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015 terroristas deste grupo sequestraram coptas que haviam migrado do Egito para a Líbia para tentar melhores condições de vida. Ao todo ele mantinham em cativeiro a 21 coptas, cujas fotos já haviam divulgado em sua revista eletrônica "Dabiq", criada para divulgar suas ações e influenciar mais e mais pessoas a "abraçarem a causa" do Estado Islâmico.
 
No último dia 15 de fevereiro o ISIS divulgou na internet um vídeo (muito bem produzido e editado) cujo título é "Uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz". No referido vídeo, um grupo de cristãos coptas - todos com as mãos amarradas nas costas - é conduzido por um grupo de integrantes do Estado Islâmico a uma praia do Mar Mediterrâneo. Os reféns cristãos trajavam uniforme laranja (idêntico ao de outras vítimas do Estado Islâmico decapitadas em vídeos anteriores), ao passo que os executores trajavam uniforme preto escondendo o rosto. Enquanto um líder do ISIS faz ameaças aos Cristãos, à Igreja e ao Ocidente, os coptas são colocados de joelhos. É possível observar que muitos deles movem os lábios enquanto aguardam o momento derradeiro. Sites egípcios já divulgaram que por meio de leitura labial foi comprovado que estavam a pronunciar o nome de JESUS. Isso também foi confirmado pelo bispo destes benditos mártires. Em momento algum é possível notar desespero - choro, gritos - entre eles, ainda que estejam prestes a morrer. Por fim, são colocados de bruços e todos ao mesmo tempo são degolados e decapitados, tendo suas cabeças colocadas sobre seus corpos. O vídeo se encerra com as ondas da praia formando uma espuma vermelha devido ao sangue dos mártires coptas.
 

Fotos de alguns dos 21 mártires coptas
Do ponto de vista dos terroristas, desejamos sinceramente que sejam combatidos e que seus planos de impor o Islamismo e a Sharia (lei islâmica) em todo o mundo jamais se concretize. Agora, com o olhar voltado aos mártires coptas: certamente receberam a coroa de Glória das mãos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Verteram sangue única e exclusivamente por serem cristãos, deram a cabeça para não renegar a Cristo (pois certamente teriam sido poupados caso se convertessem), perderam a vida para ganhar A VIDA, e vida em plenitude. Perderam a vida que, embora preciosa, é passageira, para salvar a alma e assim ganhar a VIDA ETERNA.
 
Abaixo, os nomes dos 21 mártires de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em seguida, o terrível vídeo de seu martírio. O disponibilizamos somente para aqueles que não se traumatizam com imagens fortes e não o fazemos para que se possa assistir a um espetáculo macabro, mas sim para que os mornos cristãos ocidentais fortaleçam sua fé ao ver como seus irmãos em Cristo suportam o martírio com coragem e fé, dando a vida por Nosso Senhor.
 
Viva Cristo Rey!
 
José Santiago Lima

 
 
Seguem os nomes dos 21 coptas mártires de Nosso Senhor Jesus Cristo:

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Agora, o link para o vídeo do martírio destes 21 servos de Cristo:

ATENÇÃO: IMAGENS FORTES!

ASSISTA CLICANDO AQUI


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

"JE SUIS HIPÓCRITAS"



 
Este será apenas um breve comentário sobre o terrível massacre ocorrido na França. Antes de mais nada, quero deixar registrado que condeno os terríveis ataques perpetrados por radicais islâmicos ao pasquim francês "Charlie Hebdo". Faço questão de deixar isso bem claro antes mesmo de comentar, para evitar possíveis problemas ocasionados justamente pelos mesmos motivos que pretendo denunciar em meu comentário a seguir.
 
Pois bem, como sabemos, os líderes (criadores/diretores e cartunistas) de um "jornal" francês foram brutalmente assassinados por radicais islâmicos na última quarta-feira (07 de janeiro), gerando indignação em todo o mundo. Para solidarizar-se com as vítimas da tragédia, uma das principais formas difundidas em todo o mundo é a exibição de cartazes com os dizeres "je suis Charlie" (todos somos Charlie). Após expressar minha tristeza e indignação diante da barbárie em si (o brutal assassinato dos integrantes do Charlie Hebdo), quero também deixar claro que - e penso que todos os católicos deveriam fazer o mesmo - "não sou Charlie Hebdo", isto é, não me identifico, não os represento e tampouco sou representado por eles! O motivo pelo qual digo isso? Simples: o pasquim Charlie Hebdo é, na realidade, um jornaleco que tem como principal "diferencial" atacar gratuitamente aos outros sob pretexto da tal "liberdade de expressão". Seus ataques visam, sobretudo, a religião - e "mais sobretudo ainda" a religião católica". Para eles, quanto mais desrespeitosas fossem suas publicações, mais "engraçadas" elas seriam.
 
Mas o que quero  - ainda que brevemente - comentar é a contradição e a hipocrisia da mídia em geral, a começar pelo próprio Charlie Hebdo. Embora seus líderes - covardemente assassinados - se vangloriassem por exercer a "liberdade de expressão" ridiculariando a fé alheia (algumas vezes o Islã foi vítima de suas charges, embora seu alvo preferencial fosse Cristo e a Igreja Católica), quando um de seus cartunistas fez uma charge brincando com o judaísmo, o mesmo foi sumariamente demitido, tendo inclusive sido acusado de antisemitismo e racismo. Mas não pense você que somente o judaísmo (ou sionismo?) estava protegido contra as "zueiras" do blasfemo jornal: também é certo que as charges do Charlie Hebdo também jamais tratariam de ridicularizar o homossexual e sua causa (por eles defendida, obviamente), mostrando que o "super direito à liberdade de expressão" é bem seletivo.
 
Alguns dirão: "não é verdade, em seu periódico também encontramos charges com judeus". Ora, se é verdade que também há charges envolvendo o Judaísmo, também é certo que nelas não se pode encontrar qualquer coisa verdadeiramente ofensiva à Fé judaica. Mesmo aquelas que retratam o Islamismo - e que geraram as terríveis reações levadas ao extremo no último dia 07 - não podem ser comparadas às ofensas contra o Cristianismo. Há mesmo uma charge expondo a Santíssima Trindade - o que há de mais sagrado para um cristão posto que é Deus mesmo - a uma situação tão degradante que me recuso a descreve-la. Por isso me refiro a esse periódico como jornaleco blasfemo. 
 
Quanto à hipocrisia geral da mídia, meu breve comentário apenas gostaria de lembrar que, quando do grandioso discurso do Papa Bento XVI em Ratisbona (setembro de 2006) no qual o Santo Padre mencionou a relação da expansão da fé islâmica mediante imposição por meio da violência, além da ira dos muçulmanos vimos a mídia realizar seu primeiro "linchamento moral" neste pontífice. Todos criticaram o papa por ter dito "palavras ofensivas" ao Islã, muitos o ofenderam, chamaram-no "irresponsável, imprudente, semeador de discórdia" e alguns até justificaram possíveis ataques terroristas que o papa e a Igreja poderiam sofrer como culpa de Bento XVI, afinal, "quem mandou mexer com a religião alheia", "como ousa falar mal e desrespeitar outra religião?"
 
Pois bem, estes mesmos são os que hoje apresentam os cartunistas mortos como "mártires da liberdade de expressão", que aplaudem todo e qualquer achincalhamento da religião (principalmente cristã) sob a bandeira dessa tal liberdade. "Je suis Charlie Hebdo"! "Todos somos Charlie Hebdo"! Todos temos o direito à Liberdade de Expressão! Quer dizer, todos.... menos Bento XVI! Menos o católico! Este deve ficar quieto e apanhar calado!
 
Enquanto isso, em terras como as do Estado Islâmico milhares de católicos são perseguidos, explorados, escravisados, mortos, decapitados, sem que ninguém da grande mídia exerça sua liberdade de expressão para denunciar tais atrocidades. Isso não tem importância. Segundo a lógica desses "paladinos da liberdade de expressão", somente se você ofender publicamente a fé alheia e por isso acabar sendo vítima de algum maluco fanático é que poderá ser levado em conta devido ao desrespeito à liberdade de expressão. Agora, ter sua cabeça arrancada apenas por querer exercer seu direito à "liberdade de crença", isso nada tem de importante que mereça ser defendido.
 
Falando em hipocrisia, muito "humoristas" (do tipo "porta do fundos") e demais defensores da "liberdade de expressão" pretendem responder aos ataques contra sua amada liberdade fazendo mais vídeos, charges e textos contra aquilo que eles chamam de fanatismo. Para isso, novas "obras" serão lançadas ridicularizando a fé alheia. Qual o alvo escolhido de suas "zueiras"? Jesus Cristo! Ou será que vocês esperavam mesmo que eles teriam coragem para "aloprar" a Maomé e o Islã? Não mesmo!
Como se os cristãos fossem os responsáveis pelos ataques...
 
O que nos resta? Rezar, rezar pela conversão dos pecadores, rezar para que tenham tempo de se converter. E rezar pelos pobres coitados do Charlie Hebdo, para que o senhor tenha piedade de suas pobres almas.
 
Viva Cristo Rey!
 
José Santiago Lima

terça-feira, 7 de outubro de 2014

“Antes morrer que nos perverter ao Islã”, dizem os católicos iraquianos



É melhor morrer do que nos perverter” – afirmaram corajosamente, em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera –, os católicos que iraquianos que fugiram das milícias islâmicas.
 
A despeito de idílicas crenças e ilusões “ecumênicas”, a pérfida religião de Alá está massacrando com crueldade cristãos, além de muçulmanos considerados não suficientemente fiéis.
 
Os católicos, porém, manifestam uma coragem que só pode vir do Céu e que intimida os sanguinários seguidores do Corão.
 
Os católicos iraquianos têm em conta de “traidor” aquele que, para salvar a vida, ou propriedade e o dinheiro, pronuncia a “Shahada”, que é a declaração de conversão ao Islã.
 
O jornal “Corriere della Sera”, laicista e dialogante face ao islamismo, reconhece que os católicos iraquianos “demostram uma fé e uma determinação de permanecerem fiéis que, para nós europeus, pode parecer coisa do passado, uma rememoração de tempos antigos”.
Salem Elias Shannun, 57; Habib Noah, 66; Najib Donah Odish, 67, e Yohannah Kakosh, 65, contaram:
 
Tentaram durante um mês. Todo dia vinham nos dizer para nos tornarmos muçulmanos. Um dia pela manhã dissemos a eles que seria melhor eles se batizarem. Então nos golpearam ainda com mais força”.
 
Os quatro moravam na aldeia de Batnaia, cerca de 15 km a oeste de Mosul. Após passarem 22 dias com os jihadistas que ocuparam suas casas e ficarem 12 dias presos no cárcere de Hawuja, eles acabaram chegando à cidade de Erbil.
 
Perto dali, no hospital de Zakho, estavam se tratando três moças muçulmanas que conseguiram fugir do mercado do sexo da zona ocupada pelos muçulmanos do ISIS. Pertencentes a seitas islâmicas diferentes, elas haviam tentado o suicídio. Uma delas morreu, pois, segundo o costume do Corão, as violentadas ou desonradas devem ser mortas pela própria família.
 
Os cristãos, porém, inspiram temor aos fanáticos islâmicos.
 
Na primeira semana que chegaram a Batnaia, eles nos deixaram em paz, sem ameaças. Pelo contrário, até nos trouxeram alimentos e água. Na nossa aldeia, de 3.000 habitantes, ficamos apenas cerca de 40",
 
Eles nos diziam para telefonar aos nossos parentes a fim de convencê-los a voltar. Depois começaram a insistir que tínhamos de nos converter. Todos fomos surrados repetidamente. E, os mais jovens, de modo prolongado”, lembram os quatro.
 
Eles quase choravam quando descreviam a profanação da “Mar Kariakos”, a basílica local.
 
“O pior de todos era um iraquiano de uns 50 anos, que se fazia chamar de Abu Yakin. Era ele que mandava seus homens nos golpear. Ameaçava-nos.
 
“Ele ordenou que as cruzes fossem despedaçadas na igreja, que as imagens de Nossa Senhora e de Jesus Cristo fossem decapitadas e usadas como alvos para os fuzis kalashnikov”.
 
 
Mas a apostasia estava fora de discussão. O Pe. Paolo Mekko, teólogo e pároco, que não abandonou seus diocesanos na planície de Nínive, relembra textos da história da Igreja relativos aos primeiros mártires.
 
A graça de Deus anima seus filhos, especialmente nos momentos mais difíceis, conferindo-lhes forças para derrotar moralmente seus adversários ou a partir para o Céu, sem necessidade de recorrer aos sofismas relativistas “ecumênicos” que nada resolvem no momento decisivo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

James Foley e o SANTO TERÇO

James Foley - jornalista americano decapitado por terroristas do Estado Islâmico - e o SANTO TERÇO
 

A fé de Foley, o jornalista americano decapitado por jihadistas

  

James Foley no momento em que seria decapitado
 

Depois do seu cativeiro na Líbia em 2011, o jovem relatou como o rezar o terço o ajudou

 
 

Por Benedetta Frigerio

O jornalista americano James Foley, decapitado por jihadistas do Estado Islâmico (notícia divulgada nessa terça-feira, 19 de agosto), tinha sido prisioneiro em 2011 de milícias na Líbia. Preso em Trípoli, foi libertado depois de 45 dias. Após isso, decidiu escrever uma carta para a revista da Universidade Católica de Milwaukee, que ele frequentava.

 “Era como minha mãe”


 Nascido em uma família católica de Boston, Foley contou:
 
Eu e meus colegas fomos capturados e detidos  em um centro militar de Trípoli”. Todos os dias, conta o jornalista, “aumentava a preocupação pelo fato que as nossas mães pudessem estar em pânico”. E mesmo “não tendo plena certeza de que minha mãe teria consciência daquilo que estava acontecendo comigo”, Foley repetia para uma colega que “minha mãe tem uma grande ” e que “eu rezava para que ela soubesse que estou bem. Rezava para conseguir me comunicar com ela”.
 
O jornalista contou que “começou a rezar o terço” porque “era como minha mãe e minha avó rezavam (…). Eu e Clare (uma colega) começamos a rezar em alta voz. Sentia-me encorajado em confessar a minha fraqueza e a minha esperança junto e conversando com Deus, em vez de estar em silêncio”.

A força dos amigos

Os jornalistas foram transferidos para uma outra prisão onde se encontravam os prisioneiros políticos, “dos quais fui acolhido e tratado bem”. Depois de 18 dias aconteceu um fato que Foley não soube explicar, ele foi levado da cela pelos guardas ao escritório do guardião “onde um homem distinto e bem vestido me disse: ‘Pensamos que talvez você quisesse ligar para sua família’. Fiz uma oração e disquei o número”. A linha funcionava, e a mãe do jornalista respondeu: “Mãe, mãe sou eu, Jim”, disse o rapaz. “Estou ainda na Líbia, mãe. Perdoa-me por isso. Perdoa-me”. A senhora, quase sem acreditar, respondeu ao filho que não havia o que perdoar e lhe perguntou como estava: “Disse a ela que me nutria, que tinha a melhor cama e que me tratavam como um hóspede”. Foley acrescentou: “Rezei para que você soubesse que eu estava bem. Você percebeu as minhas orações?”. A mulher respondeu: “Jimmy, tantas pessoas estão rezando por você. Todos os seus amigos Donnie, Michael Joyce, Dan Hanrahan, Suree, Tom Durkin, Sarah Fang. Seu irmão Michael te ama muito”. Depois o guarda fez um sinal, e o rapaz precisou se despedir.

Santa Missa de 7º dia da morte de James Foley
FONTE
Organização (texto/imagens): Morro por Cristo

terça-feira, 26 de agosto de 2014

CRISTÃOS sequer mencionados na reportagem do Fantástico e a "RELIGIÃO DA PAZ"

James Foley, jornalista norte americano momentos antes de ser decapitado por membro do Estado Islâmico
 
Ontem, 24 de agosto de 2014, foi exibida no programa Fantástico da Rede Globo a reportagem sobre o "Estado Islâmico", conforme havíamos anunciado AQUI. Como era de se esperar, em nenhum momento da reportagem  foi mencionada a palavra cristão (exceto quando citaram a tomada da Basílica de Santa Sophia em Constantinopla, ocorrida no século XV).

Embora tenha mostrado a barbárie levada a cabo pelo referido grupo que pretende instituir um califado com pretensões de dominar o mundo, a reportagem do Fantástico em nenhum momento mencionou estar esse mesmo grupo oprimindo principalmente (mas não apenas) os cristãos. Não se pode alegar ignorância por parte dos responsáveis pela reportagem, uma vez que nela foram citados trechos do documetário da Vice News (documentário repleto de informações sobre a perseguição aos cristãos e outras minorias).

A impressão que se tem ao assistir a reportagem do Fantástico é a de que o "Estado Islâmico" seria um grupo cujo principal objetivo seria o de lutar contra os governos do Iraque e da Síria para alcançar o poder, controlando tais regiões para fins políticos, antiocidentais ou similares, excluindo-se os fins religiosos. Isso se torna mais aparente quando fazem questão de enfatizar a guerra dos terroristas contra os exércitos desses dois países, as execuções a soldados feitos prisioneiros assim como as ameaças aos E.U.A., além, obviamente, do crime que motivou a matéria: a decapitação do jornalista norte americano James Foley.

Outro ponto evidente da tentativa - por parte dos realizadores da reportagem do Fantástico - de desvincular o Islã das ações realizadas pelo grupo "Estado islâmico" (além da omissão sobre a perseguição a cristãos e outras minorias religiosas por motivação exclusivamente religiosa) é a apresentação de alguns representantes e fiéis muçulmanos a afirmar ser o Islamismo a "religião da paz".

mufti Muhammad Ahmad Hussein
Um marinheiro de nome Burak (segundo a reportagem) aprendeu que, aos olhos de Deus, todos os seres humanos têm a mesma importância. "Nossa religião diz que temos que ser sempre boas pessoas, temos que acreditar no nosso Deus e nos profetas, Maomé, Jesus...Todos eles", afirma.

Também - segundo a reportagem - o líder mulçumano mais importante da Palestina, o mufti Muhammad Ahmad Hussein, diz:

"Eles não praticam os ensinamentos do Islã, é um grande erro usar a violência em nome de uma religião que prega a justiça e a compaixão"

Curiosamente, o mesmo líder muçulmano Muhammad Ahmad Hussein em 9 de janeiro de 2011, quando discursava a uma multidão em um evento que marca o 47 º aniversário da fundação do Fatahcitou um "hadith" controverso (ditado atribuído ao Profeta Maomé), afirmando:

"A hora não virá até que você lute contra os judeus .. os judeus se esconderão atrás de pedras ou árvores. Em seguida, as pedras ou árvores vão chamar.: Ei muçulmano, servo de Deus, há um judeu atrás de mim, venha e mate-o "
 
Agora, vejamos o que o próprio Alcorão - o livro sagrado dos muçulmanos pois teria sido revelado pelo próprio Deus ao profeta Maomé - diz sobre a perseguição e matança dos "infiéis":

Corão, Sura 8, Versículo 60: Prepara-te para eles com todas as forças e a cavalaria que fores capaz de reunir, para lançares o terror. Para lançares o terror no coração dos inimigos de Alá e teus inimigos.

Corão, Sura 4, Versículo 56: Àqueles que duvidaram dos nossos sinais, havemos de os cozinhar ao fogo. E, quando eles tiverem a pele bem queimada, havemos de lhes dar uma nova pele 
Para que eles sintam o castigo: Alá é verdadeiramente sublime e sábio.

Corão, Sura 47, Versículo 4: Por isso, quando encontrares os infiéis corta-lhes o pescoço e quando tiveres provocado um banho de sangue entre eles, submete-os com firmeza.

Corão, Sura 4, Versículo 89: Eles querem que tu rejeites a fé como eles fazem, e que assim tu sejas como eles, por isso não faças amigos entre eles enquanto eles não andarem nos caminhos de Alá . Mas se se tornarem renegados, agarra-os e mata-os onde quer que os encontres e não faças amigos nem colaboradores entre eles.

Para aqueles que compreendem o idioma inglês, segue o link (CLIQUE AQUI) onde há dezenas de citações do Alcorão sobre a violência a ser empregada contra os infiéis. Uma alternativa para os que não dominam o inglês é usar a ferramenta "Google tradutor".

Por fim, reproduzimos (abaixo) um vídeo onde os integrantes do "Estado Islâmico" interceptam 3 caminhoneiros que seguiam pela estrada internacional que liga Bagdá, Amã e Síria. Os membros do ISIS obrigam os caminheiros a descer dos caminhões, em seguida os interrogam questionando-os se são xiitas ou sunitas. Os caminhoneiros assustados afirmam ser sunitas. Então, os terroristas os obrigam a provar sua religiosidade perguntando-lhes quantas vezes se deve rezar ao dia. Após os pobres homens se confundirem, são "julgados" e barbaramente fuzilados enquanto membros do Estado Islâmico gritam palavras de ordem (dentre elas a de que o primeiro ministro iraquiano e seus seguidores xiitas "e seus demônios" vejam). Isso só confirma o que dissemos, tanto sobre o objetivo que move o "Estado Islâmico" ser sobretudo religioso quanto sobre a brutalidade com que oprimem as minorias, não apenas cristãos, como vimos, mas atingindo até mesmo outros muçulmanos.

(ATENÇÂO: Imagens fortes - proibidas para menores de 18 anos - só assista se tiver certeza)
 



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O ISIS nos faz compreender o porquê das CRUZADAS!

Caríssimos leitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
 
A brutal perseguição aos cristãos iraquianos e sírios, perpetrada pelos fanáticos muçulmanos do Estado Islâmico (ISIS) chegou a um nível alarmante. Até então "abafada" pelos meios de comunicação ocidental, a situação caótica será finalmente retratada por um canal de TV brasileiro: a Rede Globo exibirá uma reportagem a ser apresentada no programa Fantástico do próximo domingo, 24 de agosto. A reportagem, além de apresentar o que seria esse grupo que pretende instaurar um califado - a  princípio na Síria e no Iraque para, futuramente, - no mundo todo (consta em seus planos, segundo alguns membros, colocar a bandeira do Islã no topo da Basílica de São Pedro e na Casa Branca em Washington), vai tratar de (mais) um vídeo bárbaro produzido pelo ISIS, onde um jornalista americano (que por sinal é católico) é decapitado diante das câmeras por um integrante do referido grupo.
 
Para aquele que queira entender um pouco sobre o tal grupo e a terrível perseguição por ele promovida, assista abaixo ao vídeo que faz parte de um documentário realizado pela Vice News onde quem nos apresenta a situação atual são os próprios membros do califado. Cliquem em CC e passem para o português:



Naturalmente, as pessoas que assistem aos vídeos e tomam conhecimento dos fatos que estão a ocorrer nessas regiões, não se conformam e exigem algum tipo de providência a ser tomada para pôr freio a essa barbárie. É comum ler comentários do tipo "alguém faça alguma coisa" ou "será que ninguém terá a coragem de intervir" ou ainda "se eu pudesse, me juntaria a um exército ou algo do tipo para enfrenta-los", dentre outros. O curioso é que muitas dessas pessoas indignadas (com razão) diante de tamanha injustiça, são as mesmas que se unem aos caluniadores e difamadores das cruzadas.
 
Os mesmos que idealizam um exército ou força para combater esse mal que prolifera no oriente em nossos dias, estes mesmos não conseguem compreender o porquê da formação de exércitos cristãos em épocas passadas. Mas a verdade é uma. Noutros tempos, a Igreja e os reinos cristãos se levantariam em defesa dos mártires cujo sangue é derramado unicamente por professar a fé em Cristo e por não aceitar renega-lO. Qual de nós não compreenderia um levante dos filhos da Igreja em defesa de seus irmão massacrados no Iraque, na Síria e em diversos países muçulmanos? Infelizmente, hoje não temos tais defensores, tampouco alguém que levante a voz veementemente contra o que está ocorrendo. Tristes tempos em que nossos irmãos do oriente pagam o preço pelo abandono do ocidente à Fé em Nosso Redentor. Ao menos, essa tragédia pode fazer o ocidental moderno compreender o sentido de se ter havido as cruzadas. Ao menos deveria...
 
Para se compreender um pouco mais sobre a verdade desse empreendimento realizado pelos filhos da Igreja no passado - as cruzadas - acesse o site cujo link encontra-se no canto esquerdo de nosso blog (as Cruzadas).
 
Quanto à situação atual... Rezemos por nossos irmãos perseguidos! Rezemos muito!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

1º DE AGOSTO: dia de ORAÇÃO pelos cristãos perseguidos no oriente.



A letra Nun, no alfabeto árabe, equivalente ao nosso “N”,
é usada pelos maometanos para designar os Cristãos como “Nazarenos”.
O símbolo é pintado em casas e estabelecimentos de Cristãos para que fiquem marcados
e sofram as consequências cruéis por manterem sua Fé.
 
 
Caríssimos leitores, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

1º de agosto de 2014 deve ser O DIA DE ORAÇÃO PELOS CRISTÃOS PERSEGUIDOS NO IRAQUE, SÍRIA, ORIENTE MÉDIO E NIGÉRIA. Para aqueles que ainda estejam alheios ao tema, sugiro a leitura do artigo publicado recentemente em nosso blog:

Sou nazareno! (atenção, imagens fortes)

Também pedimos aos leitores que assinem a petição "salvem os cristãos iraquianos", cujo link encontra-se logo abaixo, ao final deste artigo.

¡Qué viva Cristo Rey!
José Santiago Lima

*                    *                    *                    *                    *                    *                    *                    *

Publicado em Fratres in Unum

Sexta-feira, 1º de agosto de 2014. Esta foi a data escolhida pela Fraternidade Sacerdotal São Pedro (FSSP) para ser o dia mundial de Adoração Pública a Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento em súplica por nossos irmãos perseguidos no Iraque, Síria e Oriente Médio:
A Fraternidade Sacerdotal de São Pedro pede a todos os seus apostolados no mundo inteiro que dediquem o dia 1º de agosto, uma sexta-feira, à oração e penitência pelos cristãos que estão sofrendo uma terrível perseguição no Iraque, na Síria e em outros lugares no Oriente Médio.
 
O dia 1º de agosto cai numa Primeira Sexta-Feira do mês e é a Festa de São Pedro em Cadeias, que é celebrada como Festa de Terceira Classe nas casas e apostolados da FSSP. É a festa em que lemos sobre o grande poder da oração perseverante dos membros da Igreja: “Pedro estava assim encerrado na prisão. Mas a Igreja orava sem cessar por ele a Deus.” (Atos 12:5)
 
Essa festa de nosso Patrono deve ser um convite aos fiéis, para que se unam a nós em Horas Santas e outras orações adequadas para implorar à Santíssima Trindade que esses membros do Corpo Místico possam perseverar na fé, e que, como São Pedro, possam ser libertos dessa terrível perseguição. Que esse dia nos faça lembrar do forte contraste que existe entre os nossos dias de férias e comodidade e da luta diária deles pela sobrevivência, uma vez que eles estão sendo assassinados ou exilados de seus lares. (Fonte)
Tomamos a liberdade de conclamar nossos leitores a se unirem a esta feliz e necessária iniciativa da FSSP, através de Missas (celebradas especificamente com este propósito pelos sacerdotes que nos lêem, ou assistidas devotamente pelos leigos), horas santas, confissões, jejuns, etc, nessa intenção. Especialmente por se tratar da Primeira Sexta-feira do Mês, dia dedicado ao Sacratíssimo Coração de Jesus, recorramos à Fonte de Misericórdia em favor de nossos irmãos do Oriente.
 
Créditos: Rorate-Caeli

(Destaques nossos)

POR FAVOR, ASSINE A PETIÇÃO EM FAVOR DE NOSSOS IRMÃOS PERSEGUIDOS POR CAUSA DA FÉ:

http://www.citizengo.org - Salvem os cristãos iraquianos


Christus vincit! Christus regnat! Christus imperat!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

SOU NAZARENO! (atenção: imagens fortes)

ou "cristão? católico? antes SEJA HOMEM!

ou ainda - Mártires de Cristo HOJE: cristãos perseguidos pelo Islã!.. e a mídia se cala!


(OBS. Desde já peço desculpas ao leitor pelos possíveis erros gramaticais/ortográficos. O artigo foi escrito às pressas e, assim que possível, será revisado)


Poderíamos usar uma infinidade de títulos para essa postagem, dada a complexidade do assunto e a indignação que me causa (e que deveria causar em todos os autodenominados cristãos). Escreverei algumas linhas sobre a ATUAL perseguição sofrida por nossos irmãos, o que certamente será pouco ou quase nada se comparado à importância e espaço que esse assunto mereceria em quaisquer veículos de mídia, desde as grandes emissoras até os mais insignificantes blogs, como é o caso deste aqui.

Para introdução, gostaria de lembrar aos nossos leitores que este humilde blog tem, como uma de suas principais finalidades, expor e divulgar artigos, textos e notícias sobre os mártires de Cristo, isto é, aqueles que - por se confessarem seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo - se mantiveram firmes na Fé, não retrocedendo em sua crença no Filho de Deus mesmo que isso lhes custasse a própria vida. Em outras palavras, aqueles que - por Nosso Senhor Jesus Cristo - tiveram suas vidas ceifadas.

A princípio, nosso humilde site se propunha apenas a divulgar a história (tão desconhecida) de grandes heróis cristãos que derramaram seu sangue por Nosso Senhor Jesus Cristo em terras mexicanas, os chamados CRISTEROS. No entanto, com o passar do tempo, vimos que essa realidade de perseguição e martírio não se restringia a tempos antigos - tais como os primeiros séculos do cristianismo onde a Igreja se encontrava sob peserguição dos imperadores romanos ou em tempos recentes porém específicos, como o caso dos Cristeros mexicanos - mas antes é tema ATUALÍSSIMO! Mesmo o Papa Francisco reconheceu publicamente:

"estou convencido de que a perseguição contra os cristãos é hoje mais forte do que nos primeiros séculos da Igreja. Hoje há mais cristãos mártires do que naquele tempo. E não é fantasia, são os números." (Francisco I - entrevista concedida ao jornalista português Henrique Cymerman em 9 de Junho de 2014).

Sendo assim, decidimos tornar este um espaço para divulgar ao católico atual o CATOLICISMO AUTÊNTICO: tanto sua DOUTRINA como sua CRUZ. O católico atual, moderno (e modernista), influenciado por uma atmosfera de "tranquilidade" e "paz e amor", onde reina o "politicamente correto" e a equivocada interpretação do "não julgueis". Acredita que tudo "vai às mil maravilhas" e que o "que importa é o amor, o que vale é o coração", tendo verdadeira aversão a tudo o que possa ser polêmico, desagregador, desagradável. Façamos uma análise mais detalhada deste católico atual:

Sobre a DOUTRINA: esse católico se opõe a qualquer tipo de debate, a menor polêmica lhe causa urticária. Para ele, não há religião verdadeira, todas são boas e, consequentemente, tanto faz a religião e a prática das pessoas. No entanto, como "católico", se irrita quando alguém afirma que certas práticas não são católicas,  que tal opinião sua vai contra a doutrina da Igreja, que tal ensinamento já foi condenado e que a Igreja ensina isso ou proíbe aquilo, etc... Enfim, crê poder viver uma vida alheia ao catolicismo e ainda se chamar católico, ou então, busca viver um catolicismo, desde que esse catolicismo se adeque às suas opiniões, preferências e necessidades.

Sobre a CRUZ: esse católico acredita ser a Igreja e a religião apenas uma forma de atende-lo em suas necessidades, conforta-lo em suas desilusões e satisfaze-lo em seus caprichos. Esse católico "não quer confusão", jamais quer "brigar" ou "desagradar" alguém por causa de religião. Não quer "ofender", "contrariar" ou "escandalizar" ninguém por causa de sua fé em Cristo. Se zombam de Cristo e da Igreja, é capaz até de colaborar com tal zombaria - ou ao menos calar - para não se sentir "atrasado", "fanático" ou simplesmente evitar aquela desagradável sensaçãod de "ser diferente". Não quer "nadar contra a corrente", considera isso impossível, portanto, melhor adaptar-se à maioria. Ignora, porém, que "não é o servo maior que o mestre" e que se alguém quer seguir a Cristo, "tome sua cruz e O siga". Ora, se perseguiram e crucificaram a Nosso Senhor Jesus Cristo, como pode o cristão, mero seguidor e servo do mestre, achar que com ele deva ser diferente? Se possui esse medo de passar por dificuldades decorrentes de sua fé, de ser ridicularizado, caluniado, excluído... o que dirá ser perseguido e colocado diante da mais terrível e ao mesmo tempo gloriosa prova de fé e amor a Cristo: o MARTÍRIO?

Esse parágrafo sobre a CRUZ explica, em grande parte, o segundo possível título de nosso artigo: "cristão? católico? antes SEJA HOMEM!". Ora, como é possível nos conformarmos a uma vida cristã medíucre, para não dizer DECADENTE, enquanto nossos irmãos em diversas partes do mundo vertem sanguem por não renegar a Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Como é possível? Como é possível nos denominarmos cristãos e "malemá" acudirmos aos sacramentos, fazermos nossas orações e praticarmos um mínimo de caridade ao passo que nossos irmãos - verdadeiros cristãos - para poder fazer isso tudo (sacramentos, orações, caridade) colocam suas vidas "por um fio". Como é possível? Como podemos nos denominar cristãos e não termos a coragem de nos manifestar quando nossa Fé é vilipendiada, quando leis inícuas e práticas abomináveis são aprovadas, quando os direitos de Deus são ignorados ou mesmo combatidos? Sendo que nossos irmãos para manifestar seu amor à Cristo, são humilhados, perseguidos e mortos das maneiras maios brutais? Se queremos ser reconhecidos verdadeiramente como cristãos, antes de mais nada sejamos HOMENS! Honremos nossos compromissos! Não vivamos apenas de aparência, na comodidade enquanto os verdadeiros cristãos estão a dar suas vidas por Cristo sem que ninguém sequer se manifeste! Sejamos Homens!

Retomemos. Bem, como disse alguns parágrafos atrás, desde que tomei a resolução de fazer deste um espaço também para a divulgação de notícias, textos e informações sobre os mártires de Cristo (também os da atualidade), foram publicadas diversas postagens sobre o tema, conforme as que seguem abaixo:

Nessa postagem, vemos um artigo seguido do video (chocante) onde um jovem é decapitado por muçulmanos. Seu crime: ter trocado "Allah" por Nosso Senhor Jesus Cristo. Enquanto o jovem aparenta estar rezando, resignado de seu destino, um homem começa a degolá-lo, separando sua cabeça de seu corpo enquanto outro faz algumas preces e recita trechos do alcorão:"Que Allah esteja vingado do apóstata politeísta", "Deus, faz triunfar tua religião, torna-a vitoriosa sobre os politeístas", Allah desfaz os infiéis pelas mãos dos muçulmanos", "Não há outro deus senão Allah e Maomé é seu mensageiro", até que, por fim, o martírio é concluído aos gritos de "Allah Akbar!", algo como "Allah é o maior".

A postagem conta a história de Asia Bibi, católica paquistanesa que foi condenada à morte por crime de "blasfemia contra o profeta Maomé".

A postagem trata do masacre de cristãos que vem ocorrendo no Egito desde a implementação da chamada "primavera árabe".

Nessa postagem, vemos um artigo seguido do VÍDEO (chocante) onde o Padre François Murad - juntamente com um fiel leigo - é decapitado por muçulmanos. Ambos (padre e fiel) não esboçam qualquer reação. Desespero, revolta, nada! Aparentam apenas rezar. Eis que - sob os gritos alucinados dos rebeldes muçulmanos - são decapitados diante de um turba que parece estar assistindo a algum espetáculo de rua (muitos com celulares em mãos se espremem em uma tentativa de captar "as melhores imagens").

Post que mostra o drama de alguns católicos que vieram para a Jornada Mundial da juventude e que queriam refugiar-se aqui. Os jovens vieram não apenas com o intuito de participar do evento mas também de fugir da perseguição que sofrem em seus países de origem.

O vídeo mostra o funeral dos 3 mártires católicos de Maaloula, pequena cidade Síria que era considerada um refúgio para os cristãos. Após a cidade ser invadida por rebeldes muçulmanos, para o cristão restou duas alternativas: ou fugir ou converter-se ao Islã. Os 3 mártires, capturados, preferiram morrer a renegar a Cristo.

A postagem vem acompanhada das imagens do atentado ocorrido no Paquistão onde dezenas de pessoas morreram e outra centena de pessoas ficaram feridas após sofrerem atentado quando saiam de uma Missa. Detalhe: os rebeldes muçulmanos haviam proibido os católicos de celebrar e participar de atos religiosos. Esses mártires de Cristo se expuseram aos riscos por amor à Nosso Senhor.

O artigo fala sobre o brutal assassinato de um jovem católico que, além de decapitado, teve o próprio crucifixo cravado no peito. Os rebeldes muçulmanos, após fuzilarem o carro onde o jovem se encontrava, arrancaram-lhe o crucifixo que trazia ao pescoço e o cravaram em seu peito. Por fim, o decapitaram.

A postagem mostra o martírio de um grupo de soldados cristãos capturados por um grupo de rebeldes muçulmanos. Os sodados de Cristo são colocados de joelhos, um ao lado do outro. Após os muçulmanos esbravejarem gritos de ordem (incluindo o famoso "Allah Akbar"), os soldados católicos são fuzilados por armas de todos os calibres. Uma cena brutal, minimizada apenas pela perceptível tranquilidade e confiança dos mártires.

Aqui a notícia do assassinato do Padre Frans Van der Lugt, 75 anos, talvez o último cristão de uma região Síria outrora florescente. Os rebeldes muçulmanos após invadirem a região, obrigaram os cristãos a fugir. Padre Frans recusou-se. Era o único a permanecer alí. Até ser martirizado.

E o que me faz escrever este artigo, tão específico, sendo que ja vinha publicando com frequência notícias sobre a perseguição dos cristãos no mundo?

Respondo: o agravamento dessa perseguição em países como Iraque, Síria, Nigéria e tantos outros enquanto a comunidade e a mídia internacional SE CALAM! Escrevo, inclusive, para que os cristãos cá do ocidente (aqueles que vivem um cristianismo "ligth") saibam o que está acontecendo com os nossos irmãos de Fé e assim possam fazer algo: denunciar, gritar, questionar, ajudar financeiramente e, sobretudo, REZAR! Rezar por esses irmãos que estão sofrendo na pele o peso de se tornar discípulo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Rezar para que escapem, que sobrevivam a essa terrível perseguição. Rezar para que, caso sejam postos a prova, não vacilem e permaneçam firmes na fé, ainda que com isso venham a perder suas vidas, pois certamente ganharão uma recompensa incalculavelmente maior no Reino dos Céus. Por fim, e principalmente, rezar para que essa perseguição acabe!

Passemos agora ao porquê do título principal deste artigo -"SOU NAZARENO" - assim como da imagem contida no início do artigo (e que também está presente no canto superior direito de nosso blog). Para explica-los, cito uma explicação do Padre Daniel Pinheiro IBP:


Nun“… é uma letra do alfabeto arábico, equivalente ao nosso N. É a primeira letra da palavra “nazareno”, pela qual os maometanos designam, com desprezo, os cristãos. Essa letra é usada pelo recém-criado Estado Islâmico em regiões do Iraque e da Síria para marcar as propriedades dos cristãos. Os cristãos sob o domínio desses maometanos têm quatro opções: 1) apostatar, aderindo a Maomé; 2) pagar uma taxa, a dhimma, vivendo como cidadãos de segunda categoria em terras dominadas pela lei islâmica da xariá; 3) fugir; 4) morrer pela espada.
nazarenos

Pouco depois da criação desse califado, o califa declarou que o objetivo é “conquistar Roma e dominar o mundo.” (The Telegraph) A mídia se cala. Nada se fala do genocídio perpetrado contra os cristãos no Iraque. A vida dos cristãos em países mulçumanos tem se deteriorado rapidamente, desde a invasão dos Estados Unidos ao Iraque, passando pela “primavera árabe” e, agora, por esse Estado Islâmico do Iraque e do Levante.
A situação é preocupante.
Rezemos e confessemo-nos nazarenos, cristãos, orgulhosos da Cruz de Cristo. O que para eles é desprezível, para nós é glória.”
Como o leitor pode ver, nossos irmão estão sendo cruelmente perseguidos no Iraque. A perseguição aos cristãos no Iraque não vem de hoje, sempre existiu, ainda que de maneira mais contida. Basta lembrar o episódio ocorrido em 10 de novembro de 2010, onde rebeldes muçulmanos invadiram uma Igreja no momento em que se celebrava a Santa Missa. Os sacerdotes tentaram proteger os fiéis assim como o altar com os Sagrados Misterios, no entanto foram metralhados em pleno presbitério. O mesmo destino tiveram os fiéis, incluindo mulheres e crianças.

Os 2 sacerdotes iraquianos, mártires de Cristo, poucos dias antes de entregar suas vidas à Nosso Senhor

E eis o mesmo santo sacerdote, momentos após o martírio

o outro santo sacerdote, trajando as vestes com as quais celebrava a Santa Missa

Sacerdote Iraquiano, Mártir de Cristo

"Anjinho", mártir de Cristo, morto durante a celebração da Santa Missa

Os santos mártires iraquianos de 2010, assim como tantos outros, certamente estão a olhar do Céu o que vem se passando com seus irmãos. Como disse, essa perseguição já vinha ocorrendo, no entanto, tem se intensificado nos últimos anos, até tomar proporções inimagináveis e insuportáveis como agora vemos sob o tal califa que visa "dominar o mundo", subjugando-o ao Islamismo. Para se ter uma idéia, em 2003 havia cerca de 1.500.000 cristãos, o que representava algo em torno de 6% da população. Em 2013, eram apenas 450.000. Agora, praticamente não há mais nenhum.
 
O mais curioso (ou seria cômodo?) disso tudo é o silêncio da comunidade internacional. Vemos notícias alarmantes sobre os conflitos Israel x Palestina / Rússia x Ucrânia e praticamente NADA sobre a perseguição aos cristãos. Não pretendo insinuar que não seja importante noticiar esses conflitos, mas me parece proposital omitir tudo o que se refira à perseguição ao cristianismo - saco de pancadas da sociedade moderna - por parte dos adeptos do Islã - religião "intocável", temida principalmente por conta da reação de seus seguidores a qualquer crítica vinda do ocidente.




Há poucos meses tomamos conhecimento da existência de um grupo radical de rebeldes muçulmanos, o Boko Haram, que há anos vem flagelando a Nigéria. A mídia noticiou, de maneira bastante tímida e após protestos iniciados por pessoas comuns, que o mencionado grupo havia sequestrado um grupo de cerca de 300 estudantes católicas, composto principalmente de adolescentes. Sabe-se que muitas delas foram violentadas (diversas vezes), algumas conseguiram fugir, outras aparecem em um vídeo gravado pelos próprios sequestradores, onde algumas jovens dizem ter se "convertido" ao Islã (seria essa a condição para continuarem vivas). Mas há também aquelas que se negam a renegar a Cristo, ainda que isto lhes custe a vida. Um exemplo de mártir de Cristo entre as pobres meninas nigerianas é o de uma jovenzinha de 15 anos, que teve seu martírio registrado pela câmera do celular de um de seus algozes. Reproduzo o trecho que descreve o martírio, assim como o vídeo, ambos retirados do blog "Pale Ideas":
 
 
"Eu não costumava assistir a esse tipo de vídeo, porque sou suscetível e sensível demais para uma cristã. Mas não apenas decidi assisti-lo como resolvi publicá-lo no Pale Ideas e exortá-los a "perder" dez minutos de seu precioso tempo porque é preciso ver como nasce um santo hoje em dia. E é preciso prestar-lhe esta última homenagem e rezar com ela até o seu último suspiro. Afinal, essa menina está em um lugar melhor do que nós estamos, e nós nem podemos ter a certeza de que e se chegaremos lá.

No vídeo, a vemos tranquila o tempo todo. Não sabe o que vai lhe acontecer? Pode ser, mas a partir de certa altura, não creio que restem dúvidas e mesmo assim ela não parece ter medo ou estar nervosa. Também resta claro que não abjura a Fé verdadeira diante da dolorosa morte iminente. Há uma cova já aberta, onde ela deve entrar e será enterrada, deixando apenas a cabeça para fora. Ela se senta na beirada e seus pés são amarrados. Ela desce na cova e delicadamente retira o chinelinho branco. São feitos ajustes e começam a jogar terra na cova. Isso parece não incomodá-la. Sequer tosse. E eu penso que se fosse eu estaria sacudindo aquela terra para respirar melhor... mas quem sou eu? Ela, então, é vendada (4’20”): para ela não ver os algozes ou para eles não serem desencorajados por ela? A terra continua a cobri-la, e ela começa a falar ou rezar ou cantar (por volta do 7 minutos); não está claro, porque uma música satânica é a trilha sonora do vídeo, o que me fez desligar o som. Os homens, então, param de jogar terra e se afastam. Aos 8’45”, começa o martírio por apedrejamento. Não dá para saber se ela ainda fala/reza/canta. Ao 9’44”, sua cabeça tomba. O apedrejamento continua, mas ela já não se mexe.
 
O vídeo do martírio dessa pequena Santa pode ser visto aqui:
 
 
 
Na Síria, cristãos que se recusaram a professar a fé muçulmana foram crucificados por jihadistas no último dia 18 de abril, conforme relatou à Rádio Vaticano a freira Síria Raghid. Notícia AQUI



No Iraque, militantes jihadistas do Estado Islâmico, IS, (anteriormente denominado ISIS) invadiram no último domingo, a Mar Behnam, um mosteiro do século IV, perto da cidade predominantemente cristã de Qaraqosq, e expulsaram os monges que aí viviam.
  
 Os cristãos de Mosul, cidade histórica para o cristianismo, foram obrigados a fugir para que pudessem continuar vivos. Templos, mosteiros, relíquias e ícones do patrimônio histórico e religioso estão sendo destruídos. Enfim, a perseguição atual aos cristãos, sobretudo em países islãmicos, embora seja obscurecida, escondida, camuflada pelos veículos da mídia internacional, é certamente umas das maiores e mais agressivas de toda a história da Igreja ao longo de seus dois mil anos.


Mosteiro de Mar Behnam - Mosul, destruído pelo Estado Islâmico
Clique na imagem para saber mais sobre a destruição e expulsão dos cristãos de Mosul
E o que buscamos com esse artigo? Simplesmente "chocar" o leitor pouco familiarizado com a crueldade do homem? NÃO!

Primeiramente, a intenção do presente artigo é despertar o cristão para a dura realidade, a realidade de que a Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo exije compromisso, coragem e mesmo heroísmo.
 
Em segundo lugar, ao atingir o primeiro objetivo, fazer com que o cristão fortaleça sua fé, sua convicção ao mesmo tempo em que reconhece possuir uma CRUZ que deve ser carregada, a exemplo de seu Senhor e Mestre.
 
Em terceiro lugar, fazer com que o cristão se compadeça de seus irmãos que sofrem pela mesma Fé, para que assim possam de alguma forma ajudar a esses irmãos que sofrem, rendendo-lhes tributo e homenagem para que sua história e sacrifício não sejam ignorados (no caso dos que já derramaram o sangue por Cristo), auxiliando-os através da divulgação de seu sofrimento e mesmo por meio de ajuda financeira e, por último mas não menos importante, rezando por eles! Que os coloquemos em nossas orações diárias, em nossas intenções, nas intenções da Santa Missa e em todos os momentos que possamos.
 
Também eu, José Santiago Lima, finalizo este artigo dizendo de todo o meu coração:
 
Sou nasrani! I´m nasarah! Sou nazareno! Sou cristão!

"¡Qué viva Cristo Rey!