"Cristão é meu nome e Católico é meu sobrenome. Um me designa, enquanto o outro me especifica.
Um me distingue, o outro me designa.
É por este sobrenome que nosso povo é distinguido dos que são chamados heréticos".
São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, ano 375 D.C.
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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Sacerdote apóstata da TV Aparecida - Quando o pastor dá veneno às ovelhas

Caros leitores, trazemos abaixo um artigo que registra trecho de um programa da TV Aparecida que gerou verdadeiro escândalo entre os católicos que conhecem um mínimo da doutrina e fé católica (o que nos tempos atuais, infelizmente constitui uma pequena parcela dos fiéis). No infeliz vídeo em questão - que se apresenta como um programa "católico" em uma Emissora de TV católica - o sacerdote instrui o telespectador a continuar no pecado que certamente lhe levará à condenação. Vemos explicitamente o pastor a servir veneno à ovelha, ao invés de pastoreá-la, isto é, orienta-la ao caminho que deveria seguir! Vemos o pastor a incitar a ovelha para que se atire ao abismo!

Grande tristeza me dá saber que tal programa é exibido em rede nacional e que, portanto, adentra as residências de milhares (ou milhões) de católicos em todo o Brasil (eu mesmo já vi minha mãe assistindo tal programa) e que o veneno, dessa forma, é entregue também a outras ovelhas que o bebem crendo ser legítimo alimento.

Antes que nos acusem pela severidade no título e nas palavras acima apresentadas, ou nos questionem dizendo que não há problemas na Igreja, que não passaremos por qualquer período de sofrimento ou apostasia, saiba caro leitor que o próprio Catecismo da Igreja Católica nos fala sobre a prova final pela qual a Igreja passará, a chamada Paixão da Igreja, que a exemplo de seu Divino Fundador sofrerá verdadeira flagelação (traição de seus filhos e representantes, abandono da fé, apostasia, heresias e distorções perpetrados por seus membros, etc.). Mas não apenas o Catecismo nos prepara para esse episódio: alguns santos e diversas aparições da Santíssima Virgem (La Salete, Bom Sucesso, Fátima) nos avisam sobre essa terrível provação pela qual a Igreja deverá passar. Mas não é só:

As próprias Escrituras Sagradas já nos avisam sobre isso, e é isso que o artigo abaixo reproduzido demonstra. Diversos acontecimentos recentes nos dão sérios indícios de que já estamos presenciando esse terrível período. Até mesmo o Papa João Paulo II disse já estarmos vivendo a "apostasia silenciosa". Portanto, caro leitor, recorramos à Deus Nosso Senhor, à sua Santíssima Mãe, aos sacramentos e ao estudo da Verdadeira Doutrina Católica, pois difíceis serão as provações as quais estaremos expostos.

Viva Cristo Rei!

José Santiago Lima

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Sacerdote Apóstata da TV Aparecida diz que homossexual tem direito a Comungar
padreheregeTVaparecida
Por Dilson Kutscher
NOVAMENTE DIREI E QUANTAS VEZES TEREI QUE DIZER NESTE FIM DOS TEMPOS??
Disse São Gregório Magno: “A Igreja, nos últimos tempos, será espoliada da sua virtude. O espírito profético esconder-se-á, não mais terá a graça de curar, terá diminuta a graça da abstinência, o ensino esvair-se-á, reduzir-se-á – senão desaparecerá de todo – o poder dos prodígios e dos milagres. Para o anticristo está se preparando um exército de sacerdotes apóstatas”.
Um padre, num canal de TV, que se diz “católico”, defende o grave pecado do homossexualismo, condenado na Sagrada Escritura, que ofende ao Deus Altissimo, dentro da Igreja, que é a CASA DE DEUS.
A TV Aparecida e sua apologia a uma nova Pastoral gayzista, ao qual chamam de Pastoral da diversidade.
Eis a descrição do vídeo no Youtube, publicado em 06/02/2014:
“Padre Pedro Cunha, Denise Procópio e Rodolfo Ferraz, que ouvem os telespectadores e orientam com direções espirituais, psicológicas e filosóficas. A cada semana novas participações apresentam dificuldades, problemas e desafios da vida por quais as pessoas passam,. Padre responde sobre o Casamento homoafetivo e o Sacramento da Comunhão.
VEJA O VIDEO:  (E ACREDITE SE QUISER…)

Diz na Sagrada Escritura:
 
 
“Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos”. (I São João 2, 19)
Se isto não é realmente o Fim dos Tempos… A Fumaça de Satanás na Igreja…
“Dize-lhes isto: Por minha vida – oráculo do Senhor Javé , não me comprazo com a morte do pecador, mas antes com a sua conversão, de modo que tenha a vida. Convertei-vos! Afastai-vos do mau caminho que seguis; por que haveis de perecer, ó casa de Israel? “(Ezequiel 33, 11)
Contra a PALAVRA DE DEUS não existe argumentos e nem meio termo, pois…
“Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno”.(São Mateus 5, 37)
Novamente lembrarei do que disse certa vez o Santo Dom Bosco“O padre (bispo, cardeal e qualquer religioso) não vai sozinho para o céu. Nem para o inferno. Se agir bem, irá para o céu com as pessoas que ajudou com seu bom exemplo. Se for infiel, se perderá com as pessoas condenadas por seu escândalo”.
O Santo Padre Pio resume numa frase“O Sacerdote, ou é um Santo, ou é um demônio.” Ou santifica, ou arruína.
Dez meses antes de morrer, o Papa Paulo VI denunciou: “… O fumo de Satanás entrou na Igreja Católica e se expande cada vez mais até o vértice” (13/10/77).
A hierarquia da Igreja rejeita (ou rejeitava?) toda e qualquer possibilidade de equiparar o casal homo ao casal heterossexual, e considera o homossexualismo como um “pecado grave”, imoral e contrário à lei natural.
“Seus sacerdotes violam a minha lei, profanam o meu santuário, tratam indiferentemente o sagrado e o profano e não ensinam a distinguir o que é puro do que é impuro”. (Ezequiel 22, 26)
“É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo”. (Gálatas 1,10)
O livro do Gênesis (19,1-29) descreve a destruição de Sodoma e Gomorra. A prática ali vigente, contra a moral, era muito difundida e tomou o nome da cidade: sodomia. Era abominável aos israelitas e punida com a morte
(Levítico 18,22; 20,13). O texto sagrado não admite dúvidas: “O homem que se deita com outro homem como se fosse uma mulher ambos cometeram uma abominação”. Esse mal era difundido entre outros povos (Levítico 20,23 e Juízes 19,22 ss). 
No Novo Testamento, São Paulo escreveu na Epístola aos Romanos (1,24-27): “Por isso Deus os entregou a paixões aviltantes: suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza; igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em desejo uns com os outros, praticando torpezas homens com homens e recebendo em si mesmos a paga de sua aberração”
Há diversas outras citações bíblicas na mesma orientação doutrinária. O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).
Eu, Dilson Kutscher,  não tenho mais nada a comentar, estes são os eclesiásticos apostatas do fim dos tempos a serviço não de Deus, mas sim do demônio, conforme profetizou São Gregório Magno, ou alguém tem dúvida disto??
Diz na Sagrada Escritura:
“Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem”. (Romanos 1, 32)
“Vós, pois, caríssimos, advertidos de antemão, tomai cuidado para que não caiais da vossa firmeza, levados pelo erro destes homens ímpios”. (II São Pedro 3, 17)
“Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãs sutilezas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo.” (Colossenses 2, 8)
“Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro”. (I São João 4, 6)

Fonte:http://www.amormariano.com.br/

sábado, 10 de agosto de 2013

Desvendando Jean Wyllys e as intenções dos "tolerantes"

Não me lembro ao certo como me chegou o vídeo que reproduzo abaixo, mas vários trechos me pareceram interessantes. Alguns dos comentaristas do vídeo acusam seus autores de distorcer informações, manipular e tirar do contexto as falas dos envolvidos, etc. Mas o que mais me chamou atenção foi o pronunciamento de um dos senhores retratados no vídeo quanto à suas intenções com relação ao cristianismo. A meu ver, trata-se de um trecho impossível de ser editado, sendo assim, peço que o leitor assista e tire suas próprias conclusões:

sábado, 3 de agosto de 2013

A "derrapada" do Papa e a gravíssima e catastrófica crise na Igreja

Antes de mais nada, gostaria de adiantar aos nossos leitores que este post se trata mais de um desabafo do que propriamente um artigo, portanto, peço desculpas aqueles que possivelmente possam se sentir ofendidos com o que escreverei. Advertências feitas, segue o texto.
 
Raio atinge o Vaticano no dia exato em que o Santo Padre Bento XVI renunciou. Seria um sinal dos Céus quanto ao período vivido pela Igreja de Cristo?
 
 
Na visita apostólica de Sua Santidade o Papa Francisco ao Brasil por conta da Jornada Mundial da Juventude, todos os católicos conscientes que a Igreja e a sociedade atual enfrentam uma terrível crise e que o catolicismo não se limita à dancinhas, gritinhos, gingados e "flash mob´s", estes católicos esperavam do Santo Padre uma condenação explícita ao aborto (sim, pois estávamos na iminência de aprovação pela presidente Dilma do PLC 3 /2013 que tem como objetivo principal, facilitar o aborto no Brasil). Muito bem, a condenação não veio e a diabólica lei foi sancionada pela presidente na última quinta-feira.
 
Diante dessa omissão, podemos levantar duas hipóteses:
 
1ª: O Santo Padre não sabia da real situação brasileira, isto é, a CNBB e/ou os organizadores da JMJ omitiram, esconderam do Papa que a presidente naquele momento tinha em sua mesa uma lei iníqua para ser por ela sancionada.
 
2ª: O Papa sabia de tudo mas preferiu se calar para evitar embaraços e constrangimentos diante das autoridades civis brasileiras e para que a Jornada transcorresse tranquilamente, sem maiores problemas.
 
Sinceramente, penso (e espero) que a 2ª hipótese não seja a verdadeira, uma vez que o Santo Padre já demonstrou por diversas vezes ser um homem firme, além de nos ter dito em mais de uma ocasião que por Cristo devemos "nadar contra a corrente". Agora, caso essa hipótese corresponda à realidade, seria uma triste omissão. Alguns católicos modernos que pensam ser o papa imune à equívocos ou erros. A esse católicos, peço que se lembrem que o 1º Papa - São Pedro - negou Nosso Senhor Jesus Cristo por 3 vezes. O Papa é infalível somente quando se pronuncia Ex Cathedra, isto é, quando usa o poder da Chaves dado por Cristo e se pronuncia de forma dogmática, irrevogável e definitiva.
 
Mas, como disse, ACREDITO de coração que o Santo Padre não sabia da real situação brasileira, portanto não pôde agir de modo a influenciar para que essa lei não fosse aprovada, ou ao menos que os católicos e demais brasileiro soubessem o que estava para acontecer. Sendo assim, o que nos resta pensar é: CNBB e/ou organizadores da JMJ esconderam isso do Papa!
 
Um indício de que essa deve ter sido a postura da CNBB foi a omissão de incontáveis bispos e a lamentável nota por ela divulgada. Tivemos algumas poucas e honrosas exceções de corajosos bispos que se manifestaram, como Dom Antônio Rossi Keller e Dom Celso Marchiori (ver AQUI), além de outros pouquíssimos que aqui não me recordo, mas que certamente serão recompensados por DEUS Nosso Senhor já que tiveram o próprio DEUS por testemunha.
 
Agora explicarei o porquê deste meu post se tratar de um desabafo, assim como do porquê deste artigo se falar de uma suposta "derrapada" do Papa e principalmente, da gravíssima e catastrófica crise da Igreja.
 
Fui visitar minha mãe, católica que vai à Missa todos os domingos, que vive a assistir "Canção Nova, TV Aparecida, Rede Vida", etc., que é "ministra extraordinária da eucaristia" e então, depois de conversarmos sobre outros assuntos, lhe disse:
 
- "Mãe, a senhora lembra de quando há dois anos lhe adverti sobre não votar na sra. Dilma pois ela legalizaria o aborto no Brasil? Pois é, ela acaba de aprovar mais uma lei favorável ao aborto".
 
Então, sem qualquer constrangimento ou peso na consciência, minha mãe respondeu:
 
- "Oxi meu filho, problema dela, eu não sou a favor do aborto, não tenho nada a ver com isso!"
 
Tentei argumentar falando da doutrina católica, da cumplicidade dos que votaram em Dilma por ser um presidente apenas representante de quem nele votou, etc. Além disso, falei das condenações dos Papas, do catecismo, etc... Foi então que minha mãe me deu a seguinte reposta:
 
- "Filho, pelo jeito você não viu nada do papa. Ele disse para os jornalistas quando perguntaram sobre os gays: quem sou eu pra julgar? Então a gente não pode julgar os gays, nem quem faz o aborto, a gente tem que rezar, Deus manda a gente não julgar, foi isso que o papa falou".
 
Me sentindo extremamente triste, preferi vir embora e encerrar a discussão ali.
 
Esse diálogo que tive com minha mãe serviu para, de uma só vez, demonstrar como é tremenda a crise na Igreja, assim como foi infeliz a resposta do Santo Padre aos jornalistas. Explico:
 
Papa Francisco responde à jornalistas dentro do avião
 
Primeiramente, porque minha mãe em momento algum demonstrou ter noção do que significa uma lei que favorece o aborto ou mesmo o que seja o aborto: o assassinato cruel de um bebê indefeso em pleno ventre materno.
 
Segundo, porque minha mãe não consegue compreender que um católico é cúmplice e corresponsável por seu candidato eleito aprovar leis contrárias à Lei de Deus.
 
Terceiro, que a Igreja já condenou diversas vezes o comunismo e proibiu um católico de defender candidatos ou ideias dessa ideologia anticristã e que essas condenações e proibições valem até hoje.
 
Quarto, que todo cristão católico tem responsabilidade quanto aos acontecimentos em nossa sociedade, principalmente aqueles que confrontam as Leis de Deus. A crise na Igreja é tão grande, que para os católicos pouco importa que milhões de inocentes sejam assassinados, que blasfêmias e sacrilégios sejam cometidos diariamente, inclusive pelos próprios católicos, o que importa é que milhões de católicos se reúnam para sorrir e dançar, "isso é ser Igreja".
 
Quanto à "derrapada" do Papa, também explico:
 
A grande mídia aproveitou a resposta ambígua do Santo Padre justamente para agir conforme seus interesses. Segundo eles, a resposta do Papa abriu caminho para que todo homossexual assuma sua homossexualidade, em outras palavras, manifeste seu "orgulho gay". Quando algum simples leigo católico o questionar, ele responderá:
 
- "Ora, mas se até o Papa diz "quem sou eu pra julgar", você que não é ninguém vai querer me julgar?"
 
E as mídias, manipuladoras dos mais simples e menos instruídos nesse momento já está agindo de modo a infundir na cabeça do povão essa maneira de pensar. Um exemplo disso é minha própria mãe, que a partir de agora acha que não podemos reprovar tal conduta pois até o Papa disse isso.
 
Além do foi exposto acima, outra coisa posso acrescentar: com a resposta do Santo Padre, dá a impressão de que ele a Igreja católica estão mudando de opinião e, consequentemente, os papas e a Igreja de antes eram "retrógrados", "intransigentes", que pregavam ódio aos gays e que o Papa atual, de tão "humilde" que é, está mudando a posição da Igreja.
 
Devemos lembrar à todo católico, primeiramente, que uma resposta dada pelo Papa numa simples entrevista informal não tem o peso de um pronunciamento infalível ou dogmático.  Segundo, que a doutrina católica com relação ao pecado do homossexualismo já está expressa no Catecismo, a saber:
 
2357 A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atracção sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves (103) a Tradição sempre declarou que «os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados» (104). São contrários à lei natural, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.
 
A Igreja CONDENA veementemente esse pecado e ninguém, nem mesmo um Papa, poderá dizer o contrário. No entanto, deve ficar claro que a Igreja condena o PECADO do homossexualismo, isto é, a PRÁTICA do ato homossexual e seu incentivo. Mas JAMAIS condena o PECADOR. Vejamos o parágrafo seguinte do Catecismo:
 
2358. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objectivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.
 
Portanto, aquilo que o Papa Francisco disse sobre acolhe-los e bem tratá-los está expresso na Doutrina Católica. Ao contrário do que a Mídia mentirosa e manipuladora quis mostrar, não há novidade alguma com relação a isso. Então onde está a "derrapada" do Papa?
 
O Santo Padre falou apenas da misericórdia para com o pecador, mas omitiu a CONDENAÇÃO da Igreja para com o pecado. E assim, tanto a mídia inimiga da Igreja quanto os católicos simples agora acreditam que a Igreja "mudou seu posicionamento com relação aos gays".
 
Caros irmãos, rezemos pelo Santo Padre o Papa Francisco. Rezemos e atendamos aquilo que ele mesmo nos pede. Rezemos por ele. Francisco é nosso Papa. Bergoglio é um homem simples, porém a impressão que nos passa é a de que ainda não se deu conta totalmente do papel que possui e da posição que ocupa. Quando era Bergoglio, podia ter certas posturas e dizer certas coisas. Agora, como Francisco, Papa, o cuidado deve ser redobrado, uma vez que os inimigos da Igreja estão na espreita esperando qualquer deslize para ela atacar.
 
Finalizo este desabafo - antes que me acusem - reafirmando todo o meu amor filial e veneração ao Papa, sucessor de Pedro, Vigário de Cristo na terra.
 
Rezemos pelo Santo Padre o Papa Francisco. Rezemos pela Santa Igreja Católica para que saia dessa que parece ser a pior crise de seus 2 mil anos. Rezemos por nosso irmão católicos que parecem estar vivendo um sono profundo, ou sonho, o sonho do país (ou mundo) das maravilhas.
 
Rezemos pela Igreja de Cristo, fora da qual não há salvação.
 
Rezemos

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Quando a defesa da Igreja vem daqueles que não esperávamos...

Excelente comentário de jornalista do SBT sobre os atos satânicos, sacrílegos e blasfemos cometidos em plena luz do dia por "manifestantes" autoproclamadas VADIAS.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

SLOGANS: perigo e poder por trás das palavras

A Armadilha do “Preconceito” e da “Homofobia” – O vocabulário que quer a inversão do que é racional



Os slogans, as frases feitas e o vocabulário pronto são extremamente corriqueiros. O programa de destruição do cristianismo, quer dizer, da santa Igreja Católica é mestre em bravejar slogans aparentemente inofensivos, mas que tem por objetivo último a completa mudança das mentalidades. Seguindo esse modus operandi, o aborto torna-se interrupção da gestação, por exemplo. A contracepção pode se tornar planejamento familiar. Queremos tratar neste breve artigo, todavia, de dois termos muito empregados atualmente pelo politicamente correto e pelo lobby homossexual para a promoção de comportamentos que se opõem francamente à natureza. São esses termos: preconceito e homofobia. Esses termos são utilizados por eles exatamente porque invertem completamente a realidade da questão.
 
Preconceito e homofobia são expressões muito precisas e que significam algo muito mais sério e profundo do que parece à primeira vista. A intenção com o uso desses termos e pelo próprio sentido deles é afirmar que se opor ao homossexualismo é algo contrário à razão. Convém, para explicitar melhor isso, considerar algumas noções filosóficas.
 
As três operações do intelecto humano
 
O conceito é o fruto da primeira operação do intelecto, que se denomina simplex apprehensio (simples apreensão). O conceito é o entendimento pelo intelecto da essência de um dado ser. O conceito é, então, o primeiro fruto da racionalidade humana, se assim podemos dizer. É somente com a segunda operação do intelecto, denominada compositio et divisio (composição e divisão) que se faz um julgamento, fruto dessa segunda operação. Depois de abstrair a essência dos seres materiais o intelecto é capaz de julgar associando (compositio) ou separando (divisio) conceitos, afirmando ou negando o predicado de um sujeito. Assim, depois de abstrair a essência de homem (animal racional) e a essência de justo (aquele que dá a cada um aquilo que lhe é devido), eu posso dizer que um homem é justo ou injusto, por exemplo. Finalmente, com a terceira operação do intelecto e seu fruto que se chamam ambos raciocínio (ratiocinatio) o homem pode progredir no conhecimento, chegando ao conhecimento de algo novo a partir daquilo que já é conhecido por ele: i) todo homem tem um corpo; ii) Ora, Cristo é verdadeiro Homem; iii) Cristo tem, então, um corpo. Eis as três operações do intelecto humano.
 
Opor-se à prática homossexual é um preconceito?
 
Depois dessa breve análise das operações do intelecto e de seus frutos, podemos compreender aonde se pretende chegar quando se diz que se opor ao homossexualismo é um preconceito. O preconceito consiste, como o próprio nome indica, em uma maneira de agir que é anterior ao conceito. É uma ação sem qualquer indício de racionalidade, pois o preconceituoso se opõe a algo antes de conhecer a essência daquilo a que se opõe. Assim, aquele que é preconceituoso em relação ao homossexualismo agiria sem pensar, quer dizer, antes de saber exatamente o que significa o homossexualismo. Isso significaria, então, que aqueles que se opõem ao homossexualismo não agem segundo a razão, mas como animais, julgando simplesmente segundo sentimentos, paixões[1]. Ou ainda, aqueles que se opõem ao homossexualismo agem de maneira irracional porque agem movidos por razões religiosas.
 
Como a religião é, para os modernos, inconciliável com a razão, aquele que julga por motivos religiosos julga sem ter conceitos racionais formados[2]. O que eles pretendem fazer, então, é informar essas pessoas consideradas por eles como preconceituosas e ignorantes, dizendo a elas o que é verdadeiramente o homossexualismo, para que elas tenham um conceito dele e possam julgá-lo a partir disso. Eles dizem, então, que se trata de “uma expressão legítima de amor”, “algo que faz parte da evolução humana”, “algo que leva certas pessoas à felicidade”, etc. Ao informar as pessoas não dão, então, o conceito correto de homossexualismo – comportamento contra a lei natural[3] e, portanto, irracional, portanto contra a virtude e conducente, como tal, à tristeza. Dão uma definição falsa que apela, sobretudo, aos sentimentos, às paixões. Com essa noção falsa as pessoas passarão a julgar falsamente a homossexualidade, aceitando-a e alguns até mesmo incentivando-a.
 
Notemos que há, assim, uma inversão completa da realidade, pois, na verdade, os que se opõem ao homossexualismo o fazem justamente porque possuem o conhecimento exato da essência do homossexualismo, têm um conhecimento exato de seu conceito, e julgam seguindo a razão, baseada sempre na natureza das coisas. Assim, são contrários ao homossexualismo por que tal conduta, opondo-se à natureza, opõe-se à razão, e opondo-se à razão opõe-se ao bem do próprio homem e da sociedade. Assim, pela simples acusação de preconceito, aqueles que defendem a lei natural – participação da lei eterna em Deus e que pode ser e é conhecida pela razão – tornam-se os irracionais.
 
Por outro lado, aqueles que defendem o homossexualismo, opõem-se, na verdade, à lei natural – sobre a qual deve ser fundada a razão que opera retamente. São os defensores desse comportamento que julgam segundo as paixões e, portanto, de forma irracional, mas, ao acusar os outros de “preconceito” pretendem ser os racionais e os razoáveis. A inversão foi feita com uma só palavra.
 
Com um simples termo – preconceito – a virtude passou a ser o vício e o vício passou a ser virtude. O vício tornou-se um bem e uma condição para a felicidade.
 
O que significa homofobia?
 
Algo semelhante ocorre com o termo homofobia. O termo fobia significa geralmente uma aversão[4] (ou medo) exagerada, desproporcional, enfim irracional, em relação a algo que é considerado como um mal. A essa aversão se segue, em geral, um ódio com relação àquilo que é considerado um mal. Assim, a paixão do apetite concupiscível ou irascível seria tal que a razão deixaria de exercer seu domínio sobre as faculdades inferiores. Vemos claramente isso quando falamos de claustrofobia, que é a aversão irracional a lugares fechados ou agorafobia que é o medo irracional de lugares abertos ou públicos. Em todo o caso, a fobia é uma aversão (ou medo) irracional, que precede qualquer julgamento ou que advém de um julgamento falso: todo lugar fechado é perigoso ou todo lugar público é perigoso e deve ser evitado. Assim, quando se fala de homofobia o que se quer dizer é que existe uma aversão (ou medo) irracional em relação ao homossexualismo devido às paixões que suprimem o uso da razão ou devido ao falso juízo que se faz sobre o homossexualismo, que é, por sua vez, consequência do falso conceito que se tem dele. Voltamos ao mesmo ponto: é preciso informar os homofóbicos da “verdadeira” natureza do homossexualismo. Mais uma vez, com uma só palavra, a inversão completa da realidade foi operada. Aqueles que se opõem ao homossexualismo teriam uma aversão (ou medo) irracional, baseada em paixões que não estão de acordo com a razão. Aqueles que em realidade ordenam suas paixões segundo a razão, sempre com base, portanto, na lei natural, tornam-se os irracionais, enquanto aqueles que agem contra as leis mais básicas e evidentes da natureza e seguem as paixões desordenadas (contrárias à razão), tornam-se os grandes racionais e razoáveis.
 
Revolução operada
 
Vemos, então, como duas palavras aparentemente inofensivas operam uma verdadeira revolução. O racional torna-se irracional. O irracional torna-se racional. A virtude, que consiste justamente em uma disposição bem enraizada e dificilmente removível na alma de agir segundo a razão, torna-se vício. O vício, disposição idêntica à outra, mas contrária à razão, torna-se virtude. Não deixemos que esse vocabulário mais do que tendencioso nos seja imposto, enganando-nos. Aquele que se opõe ao homossexualismo não é preconceituoso nem homofóbico. Ele tem aversão a um mal que reconhece, baseado na realidade das coisas, como profundamente contrário à natureza. Um mal que corrompe a moralidade com a mesma gravidade que a negação dos princípios especulativos (princípio de não contradição, por exemplo) corrompe a razão.
 
O homossexualismo não pode, ademais, levar à felicidade. Ora, o bem de um ser – que é, claro, a sua felicidade – consiste em operar segundo a sua natureza. A natureza do homem é racional. Portanto, a felicidade do homem consiste em agir segundo a razão, conhecendo a verdade, agindo segundo a verdade e deleitando-se nela. Tal felicidade será plena quando atingirmos a Verdade pela visão beatífica e a amarmos em consequência desse conhecimento. Para chegar lá, porém, é preciso desde já agir segundo a razão. A razão nos mostra, por um lado, que o homossexualismo é intrinsecamente mau. Por outro lado, ela nos mostra que devemos aderir plenamente a Deus que se revela – o que pode ser conhecido pelos milagres e profecias, critérios de credibilidade. Ora, o Deus que se revela condenou igualmente o homossexualismo, querendo, porém, a conversão do pecador. É preciso amar as pessoas que possuem a tendência homossexual não para confortá-las em suas tendências, modos ou práticas, mas para desejar-lhes e fazer-lhes o bem, que é viver segundo a lei natural e segundo a lei divina.
 
Conclusão
Nosso Senhor falou que se conhece a árvore pelos frutos. Ora, os frutos naturais do homossexualismo não existem, ou se existem são frutos que se rebaixam à pura alegria sentimental e passageira, advinda da satisfação das paixões. Os frutos do casamento, do verdadeiro e único casamento possível, entre um homem e uma mulher, são inúmeros, desde que se evite a contracepção e a mentalidade da contracepção. Aqui a alegria é real, pois se age segundo a natureza humana, segundo a razão.
 
Padre Daniel Pinheiro
 
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[1] De fato, quem age por preconceito age de maneira irracional. Assim, julgar moralmente alguém
Padre Daniel Pinheiro, IBP
simplesmente pela cor da pele é um verdadeiro preconceito, algo irracional e, portanto, um pecado. Neste caso, faz-se um juízo antes de ter um conceito preciso do que é cor de pele (acidente do tipo qualidade) e antes de estabelecer a relação da cor da pele com a moralidade (acidente do tipo qualidade que não tem nenhuma influência na vida moral).

[2] É evidente que a religião não é algo irracional, não é uma superstição nem um salto no escuro, como pretendem muitos. O católico não crê porque é absurdo. Ao contrário, o católico crê porque é razoável crer, porque ele reconhece que Deus existe, reconhece que Deus pode falar e reconhece que Deus falou em virtude dos milagres e profecias, que só podem ter sua origem em Deus e que são, por isso, motivos de credibilidade. A fé é algo em conformidade com a razão, superando-a, mas nunca a contradizendo. Uma religião que contraria a razão é necessariamente uma falsa religião, pois, nesse caso, haveria contradição em Deus, que é o autor tanto da razão quanto da religião.

[3] A lei natural é a lei conhecida pela razão em virtude da própria natureza das coisas, tais como elas existem. Ela não pode evoluir nem mudar, pois a natureza das coisas não muda. Querer mudar a lei natural seria, em última instância, querer mudar Deus, pois a natureza das coisas é um reflexo da natureza divina, que não muda. É evidente que a própria natureza do homem mostra que a finalidade primária da união sexual é a procriação e que se o homem possui um apetite com relação a esse hábito é justamente para garantir a conservação da espécie, como lhe foi dado um apetite para se alimentar, a fim de conservar o indivíduo.
 
[4] Estritamente falando, fobia significa medo. Todavia, fobia parece aqui ser usado em sentido mais amplo, abrangendo tanto o medo quanto a aversão. O medo é a paixão (do apetite irascível) face ao mal árduo quando tememos sucumbir, enquanto a aversão ou fuga é simplesmente o desejo de afastar-se de um mal. Quando se trata dessas fobias, pode haver as duas paixões e mesmo a ira, que combate o mal presente.